Em artigo anterior, falou-se das diferenças entre certificados de aforro e certificados do tesouro. No presente artigo, vão ser discutidas as principais diferenças entre certificados do tesouro e depósitos a prazo.
Investir em certificados do tesouro
Os certificados de tesouro tem uma taxa de juro variável, pois só quando os adquire é que a taxa de juro é estabelecida. Por exemplo, num mês pode estar a 5%, noutro mês a 6,5%, tudo irá depender da evolução das taxas. A partir do momento em que os certificados do tesouro são subscritos, a taxa que estava no momento, por exemplo de 5%, passa a ser a única aplicada nos 10 anos seguintes. Com os certificados de aforro pode sempre resgatar os certificados, excepto nos primeiros 6 meses de subscrição. A grande vantagem é que apenas perderá os juros referentes ao ano em questão, portanto se já tinha os certificados há 5 anos por exemplo, irá receber os juros dos primeiros 4 anos. É um investimento sem risco, com capital garantido.
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September 17th, 2011 | Posted in Uncategorized | Sem Comentários
Os certificados de aforro são um investimento feitos directamente ao Estado, pois ao subscrever estes certificados está a emprestar dinheiro ao Estado Português.
Risco e onde adquirir certificados de aforro
Não corre qualquer risco, pode adquiri-los em qualquer estação dos correios e estes tem o preço fixo de 1 euro por certificado, sendo que o mínimo da subscrição é de 100 certificados. As taxas de juro são aplicadas no momento da subscrição com base nos juros dos últimos 3 meses, mais prémios de permanência usando a seguinte fórmula 0,85X média de valores dos juros nos últimos 3 meses + 0,25. Os prémios de permanência variam consoante os anos em que os certificados de aforro ficam a render. Vão desde meio ponto percentual a 2,5% de juros. Os juros ganhos estão sempre sujeitos IRS, e assim que terminar o prazo de 10 anos, vencem e são depositados na conta do subscritor. Podem ser resgatados a qualquer momento, parcialou totalmente.
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September 17th, 2011 | Posted in Certificados Tesouro | Sem Comentários
Conheça as características deste novo instrumento de poupança que será comercializado a partir de 1 de Julho.
Quando é que serão vendidos os Certificados de Aforro?
A Resolução do Conselho de Ministros n.º40/2010, publicada em Diário da República no passado dia 11 de Junho, criou uma nova aplicação de poupança da dívida pública destinada aos particulares: os Certificados do Tesouro (CT), disponíveis para os aforradores portugueses a partir do próximo dia 1 de Julho.
Qual é a vantagem deste produto?
Esta aplicação pretende reunir o melhor dos dois produtos principais de dívida pública já existentes: a liquidez dos Certificados de Aforro (embora seja menor) e o rendimento das Obrigações do Tesouro. Continuar a Ler »
June 21st, 2010 | Posted in Certificados Tesouro | 6 Comentários
Novo produto rende mais a 5 e a 10 anos
Os novos Certificados do Tesouro (CT), criados pelo Governo para estimular a poupança das famílias numa lógica de médio prazo, parecem ser mais atractivos do que os “velhos” Certificados de Aforro (CA).
Estes foram, até agora, o mais popular produto financeiro português dentro do segmento de investimento com garantia do capital aplicado.
Mas é preciso algum cuidado na avaliação das características do novo produto, que poderá ser subscrito já a partir de 1 de Julho, porque pode não ser atractivo para aplicações inferiores a cinco anos.
Uma comparação elaborada pela revista Proteste Poupança revela que, para prazos inferiores a cinco anos, as taxas oferecidas nos Certificados do Tesouro são inferiores às dos Certificados de Aforro e às dos tradicionais depósitos bancários. Mas a lógica inverte-se se a aplicação no novo produto for feita por um prazo até cinco anos ou mais. Continuar a Ler »
June 21st, 2010 | Posted in Notícias | 2 Comentários

Os CTT vão vender Certificados do Tesouro.
O que são, como funcionam e quanto pagam. Saiba tudo sobre o novo produto de dívida pública acessível às famílias.
1) O que são Certificados do Tesouro?
São produtos de dívida equivalentes às Obrigações e aos Bilhetes do Tesouro nacionais que podem ser adquiridos por particulares.
2) Qual é a diferença para os Certificados de Aforro?
Os Certificados de Aforro têm um montante mínimo de subscrição mais baixo (100 euros), são um investimento de longo prazo (10 anos) e neste momento oferecem juros mais baixos que os Certificados do Tesouro.
3) Já se pode investir em Certificados do Tesouro?
Não. A primeira emissão deve acontecer em Julho num montante que rondará os mil milhões de euros.
4) Qual é o montante mínimo de subscrição?
1.000 euros.
5) E o máximo?
Um milhão de euros por aforrador, sendo que cada pessoa singular só pode ser titular de uma conta de aforro. O resgate poderá ser efectuado pelo titular da conta ou pelos seus herdeiros. Continuar a Ler »
June 14th, 2010 | Posted in Certificados Tesouro | 2 Comentários
O Estado já publicou em Diário da República as regras das novas obrigações que vão ser vendidas aos particulares nas estações dos CTT.
Faltam pouco mais de 15 dias para os novos certificados do tesouro – instrumentos de dívida pública vocacionados para as famílias portuguesas – serem lançados. Ontem, foram conhecidos mais pormenores sobre esta aplicação, com a publicação em Diário da República da resolução que regulamenta este instrumento. Desta forma já é possível saber como será realmente calculada a rendibilidade deste produto. O Diário Económico fez as contas e quem investir 1.000 euros (o montante mínimo) por um prazo de 10 anos, chegará ao final desse período com ganhos de 514 euros. Um valor que corresponde a uma taxa de rendibilidade média anual de 5,14%. Trata-se de um valor bastante atractivo quando comparado com o rendimento proveniente dos tradicionais certificados de aforro. Por exemplo, se o mesmo investidor decidisse aplicar os 1.000 euros em certificados de aforro para o mesmo período, obteria no final do prazo juros brutos de 198 euros – isto pressupondo que a taxa Euribor a três meses que serve de referência para o cálculo destes instrumentos se mantém estável durante este período. Continuar a Ler »
June 14th, 2010 | Posted in Notícias | Sem Comentários
Será possível deter os CT por um período máximo de 10 anos, como acontece actualmente com os Certificados de Aforro. A remuneração terá por base os juros dos Bilhetes do Tesouro ou a Euribor a 12 meses para períodos de permanência inferiores a cinco anos. Para os períodos iguais ou superiores a cinco anos, o retorno terá por base os juros das Obrigações do Tesouro a cinco e dez anos.
Na prática, até ao quinto ano o aforrador será remunerado anualmente à taxa dos BT ou da Euribor a 12 meses à data da subscrição. No quinto ano receberá o diferencial para a remuneração das Obrigações do Tesouro a cinco anos à data da subscrição.
Nos anos seguintes, o retorno terá por base os juros das OT a cinco anos à data de subscrição. No décimo ano, será pago o diferencial para as OT a dez anos, por forma a garantir uma remuneração tendo como referências estes últimos títulos. Continuar a Ler »
June 13th, 2010 | Posted in Certificados Tesouro | 1 Comentário
Já aqui estranhei o facto de o Estado português pagar elevadas taxas de juro nas dívidas a estrangeiros, enquanto nos Certificados de Aforro, vendidos internamente, o juro é bem mais baixo.
Não espanta que, no mês passado, tenham sido retirados 128 milhões de euros desta aplicação, contra novas subscrições de apenas 46 milhões. E a remuneração que os bancos oferecem nos depósitos a prazo não é famosa.
Ora, Portugal precisa urgentemente de aumentar a poupança interna. A poupança das famílias passou de 15% do PIB, em 1990, para menos de 5%, no ano passado. E o facto de cerca de 70% da dívida do Estado português estar na mão de estrangeiros não é tranquilizador, nesta fase de grande nervosismo nos mercados financeiros. Continuar a Ler »
June 12th, 2010 | Posted in Certificados Tesouro | 1 Comentário
Foi hoje publicada no Diário da República a resolução do Conselho de Ministros que define as condições oferecidas pelos Certificados do Tesouro (CT), o novo instrumento que democratiza o acesso dos cidadãos à dívida pública portuguesa.
“Os CT são criados com o objetivo de promover a poupança de longo prazo dos cidadãos e de dinamizar o mercado de dívida pública através da ‘democratização’ do acesso a produtos equivalentes às Obrigações do Tesouro (OT) e Bilhetes de Tesouro (BT)”, lê-se na resolução.
Os CT são emitidos por prazos de dez anos e amortizados na respectiva data de vencimento, ou antecipadamente, com o valor nominal de um euro e um mínimo de subscrição fixado em mil unidades.
Quanto à taxa de juro associada aos CT, caso o período de aplicação seja igual ou superior a cinco anos, terá como referência a taxa das OT a cinco anos para o período equivalente ao período de aplicação efectivo ou das OT a dez anos, caso a aplicação se mantenha por este período. Continuar a Ler »
June 11th, 2010 | Posted in Notícias | 3 Comentários